Febrafite oferece cursos de capacitação para Auditores Fiscais em marketing político e media training

Parceria firmada entre a Febrafite e a Agência Nuvem, especialista em marketing digital, vai oferecer programas de capacitação para Auditores Fiscais das Associações Filiadas à entidade nacional sobre marketing político, comunicação digital, media training e as mídias sociais. O objetivo é fortalecer a presença pública, aumentar a representatividade política e melhorar a comunicação pessoal da classe.

Estes são apenas alguns dos objetivos do ciclo de formações que a Febrafite está oferecendo a Auditores Fiscais das suas 26 Associações Filiadas.

Tratam-se de cursos inéditos em Formação em Marketing Político e Comunicação Digital e Media Training 4.0, com foco na reputação pessoal e gestão de imagem em mídias tradicionais e sociais.

São dois cursos complementares, porém independentes. “A formação em marketing político apresentará uma visão ampla sobre todas as etapas de uma campanha, especialmente no tocante à presença digital dos participantes. Já o media training capacitará os auditores para uma comunicação mais assertiva e persuasiva no relacionamento com a mídia e a produção de conteúdo para as mídias sociais”, esclarece Fred Perillo, da Agência Nuvem (Brasília), que ministrará os cursos. Perillo tem mais de 20 anos de experiência em comunicação política e é especialista em marketing digital.

A formação em Marketing Político e Comunicação Digital terá carga horária de 8 horas e será ministrada em quatro módulos ao longo do mês de março. Já o curso de Media Training terá início em abril. Ambos serão ministrados através de plataformas online.

“Os treinamentos qualificarão o debate público sobre assuntos tributários, para fortalecermos a nossa voz por meio da melhoria da presença no ambiente digital e da comunicação da nossa classe”, explica o presidente da Febrafite, Rodrigo Spada.

Confira a programação:

CURSO 1 – MARKETING POLÍTICO E COMUNICAÇÃO DIGITAL
Datas: dias 7, 9, 14 e 17 de março
Horário: 19h às 21h
Formato: On-line
Carga horária: 8 horas
Prazo para inscrição: até o dia 6/3
Clique aqui para saber mais sobre o programa.

CURSO 2 –  MEDIA TRAINING 4.0
Datas: dias 4, 5 e 6 de abril
Horário: 19h às 21h
Formato: On-line
Carga horária: 6 horas
Prazo para inscrição: até o dia 03/4
Clique aqui para saber mais sobre o programa.

Como participar

As Associações Filiadas à Febrafite devem indicar os interessados para o e-mail febrafite@febrafite.org.br. É necessário informar o nome do curso, nome completo, e-mail e telefone.

A validação será feita pela equipe da Febrafite que enviará o link da sala e o certificado ao término do curso.

Os cursos são gratuitos para os Auditores Fiscais associados das nossas filiadas. Aproveite!

https://www.febrafite.org.br/febrafite-oferece-cursos-de-capacitacao-para-auditores-fiscais-em-marketing-politico-e-media-training/

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O Dr. Erik Erikson, por exemplo, preconizava que o processo de construção da identidade é dinâmico e contínuo, sendo que ao longo do tempo pode-se deparar com situações conflitantes, o que se coloca na raiz das prováveis causas que, potencialmente, acabam por deflagrar as crises de identidade.

Deslocando-nos do terreno da psicologia para o tributário, um fato que nos chama a atenção no contexto brasileiro é que o principal tributo da federação, o ICMS, parece, diante de tantas situações conflitantes, estar vivendo uma crise de identidade.Os conflitos em torno do ICMS repousam, sobretudo, sobre os vários regimes aplicados à administração e cobrança desse imposto, o que torna excessivamente difícil identificar a sua natureza ou identidade.

O renomado economista Fernando Rezende organizou um interessante estudo sobre esse fenômeno, no qual se registra que o mosaico de situações formado pela justaposição de distintos regimes adotados pelos estados, para facilitar a arrecadação e reduzir a evasão, compõe-se de parcelas que exibem: traços de um imposto sobre valor adicionado; outras que se aproximam de um imposto monofásico sobre produção de bens; uma parte significativa formada por um imposto sobre a produção industrial; um tributo sobre vendas de micro e pequenas empresas; uma espécie de tarifa aduaneira aplicada à entrada de produtos de outros estados, em operações interestaduais; e um imposto incidente sobre serviços de comunicação e modalidades de transporte. Afinal, qual é a identidade do ICMS?

Para além desses sintomas, uma outra maneira de diagnosticar essa situação é avaliando um elemento crucial na determinação da identidade, que é o passado, a história.

O poeta e pensador português Fernando Pessoa dizia: “o passado trazemos em nossa algibeira”. Nesse sentido, quando resgatamos a gênese do ICMS, verificamos que a sua concepção surgiu no bojo dos trabalhos e pesquisas da Comissão da Reforma do Ministérios da Fazenda, que tiveram início em outubro de 1963.A partir das discussões, revisões e avanços promovidos com fulcro nos resultados desse trabalho, nascia com a Emenda Constitucional 18/1965 o ICM (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) em substituição ao IVC (Imposto sobre Vendas e Consignações). Com a reforma promovida pela constituição de 1988, o imposto ganhou no seu campo de incidência os serviços de transporte intermunicipal e interestadual, além dos serviços de comunicação, sendo rebatizado com a denominação de ICMS.

Em sua infância, o ICM foi definido como um imposto de alíquota uniforme, não interferindo, portanto, na alocação de recursos e investimentos, favorecendo a desoneração das exportações e dificultando a competição fiscal entre estados. No entanto, a partir de sua juventude, especialmente depois de 1988, incorporou alterações estruturais como multiplicidade de alíquotas e possibilidades de incidência, tornando-se um tributo laborioso, cuja gestão tem se colocado como um desafio ao Fisco e aos contribuintes.

Hoje, o ICMS está em sua fase adulta, na maturidade dos seus quase 50 anos de idade. As vantagens que lhe eram peculiares na sua infância, já não se verificam no seu atual estágio. Em outras palavras, à medida que se distanciou do seu figurino original, perdendo a sua identidade, acumulou várias distorções.

Enfim, o paciente necessita de tratamento. Só que diferente das crises de identidade que são cuidadas, via de regra, nos consultórios, nesse caso a terapia passa pela reflexão da sociedade brasileira, que deve, com equilíbrio e serenidade, construir os melhores caminhos que a conduza a uma reforma tributária que a eleve ao patamar de uma nação mais próspera, igualitária e competitiva.

A Afites participou e parabeniza a todos os envolvidos pela linda Festa de comemoração dos 30 anos do FISCO.

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