A Presidente da Associação dos Auditores Fiscais de Tributos Estaduais do Estado do Espírito Santo – AFITES, usando das atribuições conferidas pelo Estatuto Social, declara aberto o processo eleitoral para eleger os membros da Diretoria Executiva e Conselhos da entidade para o triênio 2020/2023 e fixa o período de inscrição das chapas entre os dias 31/08/2020 a 29/09/2020, para eleição a ser realizada no dia 29/10/2020, no horário de 09:00 às 17:00 horas, na sede da AFITES. A eleição será realizada obedecendo todas as recomendações das autoridades de saúde frente a pandemia do COVID-19.
Os interessados em inscrever chapa, devem procurar em seus locais de trabalho, a Comissão Eleitoral composta pelos colegas:
– Tony Jefferson Tostes
– Dario Oliveira Neto
– Alexander Allegretti Pocubay
– Luiz Carlos Rodrigues
– Jocimar Pessi Galter
Maria Teresa de Siqueira Lima
Presidente
O PLP 72/2020 foi apresentado pela senadora Soraya Thronicke (PSL/MS)
A Febrafite publicou nesta segunda-feira (04) nota técnica com manifestação contrária à aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 72/2020, que prevê a suspensão do regime de substituição tributária do ICMS e acrescenta dispositivo na Lei Kandir sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, enquanto perdurar o estado de calamidade pública gerado pela pandemia da Covid-19.
“O instrumento da substituição tributária representa hoje mais de 30% das arrecadações de ICMS dos estados e, por consequência, dos repasses feitos aos municípios, de acordo com a sua quota parte no imposto. Fundamental a sua manutenção, portanto, num período de queda de arrecadação como o atual, em função do fechamento obrigatório de estabelecimentos e da grande retração na atividade econômica e no consumo. A perda, estimada com base na arrecadação de 2019, pode superar 150 bilhões anuais!”, diz a nota técnica.
Confira o documento: FEBRAFITE – NOTA TÉCNICA – PLP 72/2020
A Federação Brasileira das Associações de Fiscais de Tributos Estaduais – Febrafite – vem a público manifestar-se contrária à aprovação do PLP 72/2020 em trâmite no Senado Federal, por ser inoportuno e inadequado para o momento de dificuldades que o país atravessa em função da covid-19, que se espalha pelo país, de formas diferentes, inclusive.
Trata-se de projeto de lei complementar que pretende suspender a substituição tributária do ICMS para todas as operações sujeitas a esse regime, pelo período em que for decretado o estado de calamidade pública, o estado de defesa ou de sítio.
O instrumento da substituição tributária representa hoje mais de 30% das arrecadações de ICMS dos estados e, por consequência, dos repasses feitos aos municípios, de acordo com a sua quota parte no imposto. Fundamental a sua manutenção, portanto, num período de queda de arrecadação como o atual, em função do fechamento obrigatório de estabelecimentos e da grande retração na atividade econômica e no consumo. A perda, estimada com base na arrecadação de 2019, pode superar 150 bilhões anuais!
Portanto, alterar esta sistemática de tributação, de forma abrupta e generalizada, pode representar perdas muito elevadas e não suportáveis pelos estados e municípios. Destaca-se que o efeito de perda de arrecadação pode ser bastante grande nos estados ditos consumidores, como os do norte, nordeste e centro-oeste, vez que os produtos com substituição tributária vêm de fora desses estados, já com o imposto cobrado na origem.
Além disso, é um contrassenso o Senado Federal aprovar o PLP 149/2020, que destinará em torno de 60 bilhões aos entes federados, e, ao mesmo tempo, aprovar o PLP 72/2020, que resultará em perdas superiores para os mesmos entes.
A substituição tributária permite o encerramento da cadeia a partir da saída da indústria ou do atacado, conforme o caso, sendo cobrado o imposto de um número menor de contribuintes de forma mais centralizada, facilitando a fiscalização e gerando mais justiça fiscal. Isto porque se faz a cobrança homogênea sobre aquele produto, qualquer que seja a sua cadeia subsequente, a qual, eventualmente, poderia não ter o recolhimento normal do tributo, até porque não há estrutura para fiscalizar o varejo da mesma forma.
Saliente-se que a aplicação da substituição tributária envolve uma série de dispositivos legais e de sistemas tanto por parte das fazendas estaduais quanto dos contribuintes. A suspensão temporária do instituto geraria uma verdadeira “pandemia” tributária, além de demandar horas de treinamento de pessoal direto das empresas, muitos em home office, além de contadores e outros profissionais envolvidos.
Por outro lado, quando um produto é incluído ou excluído da substituição tributária, devem ser tratados os estoques do produto nos atacados, distribuidores e, ainda, em todos os contribuintes do varejo, que terão que ter controles mais rígidos, aumentando seu custo administrativo, sobre os estoques de produtos “com e sem” a substituição tributária, gerando dificuldades para as empresas e, ao mesmo tempo, dificultando o trabalho do fisco.
Ademais, o projeto prevê que o instituto será suspenso por decreto de calamidade pública, o qual pode ser feito em apenas alguns estados ou, pior ainda, em apenas alguns municípios, podendo gerar um verdadeiro caos tributário.
Por fim, destaca-se que o ICMS não deveria ser usado para fazer a política econômica, financeira e tributária nesse sentido de “resolver” a crise que incide sobre todo o país. Este é um ônus da União, e não, dos Estados e Municípios!
Fica bastante claro, então, que o PLP 72 não é adequado nem para os contribuintes, nem para as fazendas estaduais, e, em vez de ajudar neste momento difícil que enfrentamos, irá dificultar para os dois lados, trazendo perdas severas nas já combalidas arrecadações dos estados e municípios, e dificuldades operacionais e custos administrativos extras para os contribuintes. Assim, por ser mais adequado ao interesse público, sugere-se a rejeição e o arquivamento do projeto, deixando a reanálise da substituição tributária para um momento futuro, de normalidade econômica, enfrentando caso a caso em que é aplicada.
Brasília/DF, 04 de maio de 2020.
Rodrigo Keidel Spada
Presidente da Febrafite
https://www.febrafite.org.br/suspensao-da-substituicao-tributaria-pode-tirar-r-150-bi-dos-estados/
A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) número 555/2006 – que acaba de maneira gradual com a contribuição previdenciária dos servidores público inativos e pensionistas; o debate e aprovação do projeto de lei nº 3.351 de 2012 – de autoria do deputado federal João Dado (PDT/SP) – que define as atividades consideradas exclusivas de Estado e estende às respectivas carreiras direitos, deveres, prerrogativas e competências necessárias e fundamentais ao pleno exercício da atividade estatal; e a regulamentação do Direito de Greve e da Negociação Coletiva no serviço público – continuam entre as ações prioritárias de atuação do Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) em 2014.
Durante Assembleia Geral realizada na manhã desta terça-feira (10), na sede da ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal), os Membros do Conselho Deliberativo do Fonacate debateram sobre os principais projetos de lei e ações para o próximo ano.
“Desde 2006 estamos com essa importante PEC (555) parada na Câmara. Precisamos aprovar essa matéria e mostrar ao governo que o impacto financeiro que ela pode causar é mínimo”, afirmou o presidente do Fonacate, Roberto Kupski.
Ao iniciar o ano legislativo no Congresso Nacional, o Fonacate irá promover uma grande ação junto às suas afiliadas pela aprovação da PEC 555/2006.
Conferência – também foi aprovada a realização da 4ª Conferência Nacional das Carreiras Típicas de Estado em maio de 2014, em local e datas a serem definidos. A Comissão Técnica responsável por elaborar a programação é composta pelas afiliadas: ADPF, SINAIT, AFIPEA, UNACON SINDICAL e FEBRAFITE.
O vice-presidente do Fonacate e presidente da ADPF, Marcos Leôncio, sugeriu como temas a serem abordados na Conferência a defesa do concurso público e o assédio moral no serviço público. Foi lembrado ainda que neste evento deve ser formatada a carta-compromisso para ser apresentada aos candidatos à Presidência da República e parlamentares com os tópicos de defesa das carreiras de Estado.
Foi composta também uma Comissão responsável por fomentar campanhas institucionais para o Fonacate e demais estratégias de comunicação por meio da mídia e redes sociais. Nesta comissão estão as afiliadas: AACE, UNAFE, ANER, FENAFIM, UNACON SINDICAL e FEBRAFITE.
Almoço de Confraternização – Para encerrar as atividades deste ano, o Fonacate promoveu um almoço para as afiliadas. Participaram também os deputados federais João Dado (SDD/SP) e Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), que colocaram seus respectivos mandatos à disposição das carreiras de Estado.
“Estamos juntos na luta pela aprovação da PEC 555/2006 e das demais propostas de interesse desse importante Fórum”, disse Arnaldo Faria de Sá. Já o deputado João Dado parabenizou o trabalho das entidades no Congresso Nacional durante este ano e destacou as atividades do Fonacate em prol da reforma política (lembrando Seminário do Fórum realizado no mês de agosto).
“2014 é o ano em que muito deve ser cobrado desse governo. Contem comigo, porque estou com vocês nas pautas que só buscam melhorias para o serviço público brasileiro”, disse João Dado.
As Assembleias do Fonacate voltam a ser realizadas em março de 2014.
Ascom FonacateNa última Assembleia do ano, Fonacate define estratégias de atuação para 2014
A aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) número 555/2006 – que acaba de maneira gradual com a contribuição previdenciária dos servidores público inativos e pensionistas; o debate e aprovação do projeto de lei nº 3.351 de 2012 – de autoria do deputado federal João Dado (PDT/SP) – que define as atividades consideradas exclusivas de Estado e estende às respectivas carreiras direitos, deveres, prerrogativas e competências necessárias e fundamentais ao pleno exercício da atividade estatal; e a regulamentação do Direito de Greve e da Negociação Coletiva no serviço público – continuam entre as ações prioritárias de atuação do Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) em 2014.
Durante Assembleia Geral realizada na manhã desta terça-feira (10), na sede da ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal), os Membros do Conselho Deliberativo do Fonacate debateram sobre os principais projetos de lei e ações para o próximo ano.
“Desde 2006 estamos com essa importante PEC (555) parada na Câmara. Precisamos aprovar essa matéria e mostrar ao governo que o impacto financeiro que ela pode causar é mínimo”, afirmou o presidente do Fonacate, Roberto Kupski.
Ao iniciar o ano legislativo no Congresso Nacional, o Fonacate irá promover uma grande ação junto às suas afiliadas pela aprovação da PEC 555/2006.
Conferência – também foi aprovada a realização da 4ª Conferência Nacional das Carreiras Típicas de Estado em maio de 2014, em local e datas a serem definidos. A Comissão Técnica responsável por elaborar a programação é composta pelas afiliadas: ADPF, SINAIT, AFIPEA, UNACON SINDICAL e FEBRAFITE.
O vice-presidente do Fonacate e presidente da ADPF, Marcos Leôncio, sugeriu como temas a serem abordados na Conferência a defesa do concurso público e o assédio moral no serviço público. Foi lembrado ainda que neste evento deve ser formatada a carta-compromisso para ser apresentada aos candidatos à Presidência da República e parlamentares com os tópicos de defesa das carreiras de Estado.
Foi composta também uma Comissão responsável por fomentar campanhas institucionais para o Fonacate e demais estratégias de comunicação por meio da mídia e redes sociais. Nesta comissão estão as afiliadas: AACE, UNAFE, ANER, FENAFIM, UNACON SINDICAL e FEBRAFITE.
Almoço de Confraternização – Para encerrar as atividades deste ano, o Fonacate promoveu um almoço para as afiliadas. Participaram também os deputados federais João Dado (SDD/SP) e Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), que colocaram seus respectivos mandatos à disposição das carreiras de Estado.
“Estamos juntos na luta pela aprovação da PEC 555/2006 e das demais propostas de interesse desse importante Fórum”, disse Arnaldo Faria de Sá. Já o deputado João Dado parabenizou o trabalho das entidades no Congresso Nacional durante este ano e destacou as atividades do Fonacate em prol da reforma política (lembrando Seminário do Fórum realizado no mês de agosto).
“2014 é o ano em que muito deve ser cobrado desse governo. Contem comigo, porque estou com vocês nas pautas que só buscam melhorias para o serviço público brasileiro”, disse João Dado.
As Assembleias do Fonacate voltam a ser realizadas em março de 2014.